Identidade

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Castelo de Paiva tem uma história rica, com os seus pergaminhos a atestarem a nobreza das suas origens e a galhardia dos seus feitos. Terra bendita e rejuvenescida, castelo de Paiva vale sempre cada vez mais!!!
Conheça aqui as nossas raízes.
Primitivamente o concelho era designado por “Paiva” e só há cem anos atras passou a designar-se “castelo de Paiva”, visto que, sendo a acta mais antiga – existente nos arquivos municipais – de 1850, é no dia 4 de Março que parece o nome de “Castelo de Paiva” para designar o concelho.
O concelho +e herdeiro da antiga honra de sobrado (Payva de riba ouro) e D. Manuel concedeu-lhe o floral a 1 de Dezembro de 1513.
Consta-se que nos paços de Gondim, viveu Martim de Bulhões, que casou com Maria Teresa Taveira, na Igreja do Mosteiro Beneditino (do qual não há qualquer vestígio) e deste enlace teria nascido Fernão de Bulhões, mais tarde Santo António de Lisboa.
Um dos últimos descendentes dos bulhões foi Martinho Pinto de Miranda Montenegro Vasconcelos Bulhões, grande benemérito e primeiro Conde castelo de Paiva, que foi “para do reino” e governador Civil, um homem bom cuja acção em prol do concelho e da região perdura através dos tempos na memória de todos os paivenses, que recordam a sua actividade intelectual e os rasgos da sua benemerência.
Este concelho, que faz fronteiras com os municípios de Arouca, Feira, Penafiel e Cinfães, foi comarca até 1927, tem actualmente nove freguesias e mais de 17000 habitantes.
Castelo de Paiva, terra bendita e permanentemente rejuvenescida, tem uma história rica, com os seus pergaminhos a atestarem a nobreza da sua origem e a galhardia dos seus feitos.
O feriado municipal é comemorado a 24 de Junho, integrado nas festas populares de S. João, uma iniciativa assumida pela autarquia que arrasta a população e forasteiros para vários dias de folia.
Desde o paleolítico que a magnifica posição geográfica de castelo de Paiva constituiu um pólo de atracão de diversas civilizações que ai se fixaram, usufruindo das potencialidades e riquezas que o território lhes proporcionava. A prova disso, esta na presença de diversos monumentos megalíticos conhecidos por todo o concelho, que podem ser estudados através da Carta arqueológica, publicada pela iniciativa da Câmara Municipal.
A ocupação romana é também evidenciada, assumindo particular relevo os momentos funerários medievais como o memorial da Boavista, e ainda a Chamada Pia dos Mouros, tumulo Hispano – Romano, localizado no lugar de Curvite, em sobrado.
Na idade media, esta região fazia parte do território da Anégia. Só partir do Seculo XI, e com a reconquista definitiva da região é que se começa a forjar a verdadeira identidade da desde então chamada Terra de Paiva. Na verdade, foi a partir Associação de estudo e Defesa do Património Histórico-Cultural de Castelo de Paiva primeiros anos desse século que estas terras formaram um verdadeiro conjunto sujeito a uma mesma autoridade administrativa, judicial e militar.
Inicialmente, o concelho era designado apenas por “Paiva”. Essa designação vem já de tempos muito antigos, tendo sido encontrada num documento datado do ano de 883. Só há cerca de um seculo passou a designar-se “ Castelo de Paiva ”, visto que, sendo a acta mais antiga existente no arquivo municipal, data de 1850, é no dia 4 de Março de 1852 que aparece o nome do concelho tal e qual como hoje é designado.

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