18ª Feira do Vinho Verde, Gastronomia e Artesanato

Durante três dias de intensa animação, milhares de visitantes passaram por Castelo de Paiva, na 18ª Feira do Vinho Verde, Gastronomia e Artesanato, uma aposta forte da CM de Castelo de Paiva, num certame de nível nacional cada vez mais reconhecido, que continua a manter o objectivo inicial, relacionado com a valorização da produção vitícola do concelho, promovendo o produto agrícola mais conhecido e premiado da Sub Região de Paiva. O tempo quente que se fez sentir no fim de semana, potenciou que esta mostra vitícola da Sub - Região de Paiva voltasse a ter uma excelente adesão e fosse contabilizado mais um êxito pela autarquia paivense, conforme evidenciou, em jeito de balanço, o autarca socialista Gonçalo Rocha, que não se cansa de enaltecer a qualidade dos vinhos das Terras de Paiva e o empenhamento dos agricultores paivenses que se dedicam com forte empenhamento e gosto ao sector da vinha.

seg 6 jul, Exposições


Na cerimonia de abertura, realizada nos Paços do Concelho, ao lado do edil paivense Gonçalo Rocha, estiveram presentes, o Presidente da CM do Porto, Rui Moreira, o presidente da Entidade de Turismo Porto e Norte, Melchior Moreira, o actor Antonio Capelo, o presidente da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, Manuel Pinheiro, e a Alcaldesa de Fabero del Bierzo, Marie Paz Martinez, que protagonizou a primeira visita oficial ao concelho de Castelo de Paiva, depois de eleita em final de Maio, naquele município espanhol de Los Ancares Leoneses, entre tantos outros convidados, ligados aos sectores da vinha, turismo, cultura, desporto, administração publica, investigação, emprego e formação profissional, associações empresariais e confrarias gastronómicas.
A iniciativa que, para além de dar a conhecer os afamados vinhos de qualidade produzidos em Castelo de Paiva, com destaque para os vinhos premiados que, ano após ano, são distinguidos nos concursos de deste ano da CVRVV, contou com outras actividades paralelas, como a apresentação da excelente gastronomia paivense, da doçaria tradicional e do fumeiro local, bem como uma demonstração do artesanato local, tudo estruturado em três dias de grande animação, onde não faltou sequer, espectáculos musicais, o folclore local e a música tradicional portuguesa, animação de rua, para além de outras atracções que enriqueceram o programa apresentado pela edilidade paivense.
UM CERTAME CADA VEZ MAIS RECONHECIDO E APRECIADO NA REGIÃO DOS VINHOS VERDES
Depois da intervenção de Gouveia Coelho, presidente da Assembleia Municipal, que saudou as entidades presentes e enalteceu esta iniciativa municipal cada vez mais referenciada a nível nacional, o edil paivense Gonçalo Rocha agradeceu a disponibilidade dos autarcas do Porto e Fabero del Bierzo, entre tantos outros ilustres convidados, para estar em Castelo de Paiva e destacou a feira “ como um acontecimento do maior significado e momento auspicioso para esta terra de gente humilde e trabalhadora, um certame em boa hora conseguido, pela dinâmica que imprime à agricultura, à economia e à cultura local, sendo um marco na vida do município e motivo de sobra para que nos possamos sentir felizes por receber milhares de visitantes e cativá-los a regressar em breve “.
O presidente Gonçalo Rocha, evidenciou a sua satisfação pela projecção que o evento já atingiu a maioridade com 18 anos de realização consecutiva, ao afirmar-se cada vez mais na região dos vinhos verdes, realçando que o certame, “ para além de ser um reconhecimento público aos agricultores paivenses que se dedicam de “ corpo e alma “ ao sector da vinha, representa uma excelente oportunidade de promoção e de negócio, um momento único para apreciar vinhos de superior qualidade, cada vez mais premiados, bem como divulgar a nossa cozinha regional, a beleza do nosso artesanato, a dinâmica das nossas Juntas de Freguesia e a pujança do nosso associativismo, ao mesmo tempo dar a conhecer as potencialidades turísticas de uma terra que tem o gosto e o hábito de bem receber “.
A propósito da dinâmica vitícola que o concelho apresenta, Gonçalo Rocha insistiu na necessidade de continuar a investir na qualidade, aumentar a competitividade, ganhar visão de mercado e realçar sempre o factor humano, como etapas necessárias na continuidade do objectivo definido pela reconversão da vinha anteriormente concretizado em Castelo de Paiva, incentivando os produtores a valorizar e modernizar a sua produção e a promover melhor o produto mais conhecido e premiado da região, enaltecendo com redobrado gosto os prémios importantes que têm sido conseguidos ao longo de anos .
“ O vinho verde de Castelo de Paiva está no ADN dos paivenses, faz parte da nossa vida, sendo um dos pilares da economia local, um bom exemplo de grande qualidade e reconhecimento, constituindo um notável embaixador do concelho, resultado de uma actividade vitivinícola que importa desenvolver cada vez mais, conjugando esforços de organização e promoção “, referiu a propósito o autarca paivense, que considerou o certame como uma forte aposta municipal e um grande contributo para esse objectivo, que a todos deve interessar e envolver cada vez mais, recordando os sucessos conseguidos com a realização das duas edições da Feira do Vinho Verde no Luxemburgo como plataforma de entrada dos bons vinhos de Castelo de Paiva no mercado europeu.
Deixando uma saudação especial aos visitantes, que no âmbito da VII Concentração Nacional de Autocaravanas rumaram ao concelho, bem como uma palavra de agradecimento a todos os expositores e à Associação Comercial e Industrial de Castelo de Paiva, pela parceria estabelecida e envolvimento no certame, Gonçalo Rocha referiu-se à cultura da vinha e ao Enoturismo como fundamental para o desenvolvimento turístico do concelho, ao renovado interesse da Rota do Românico e abordou projectos que estão previstos neste sector, não esquecendo a importância de valorizar os recursos patrimoniais, culturais, gastronómicos e etnográficos que o concelho apresenta e que, a par da sua beleza paisagística, são a mais valia para o incremento turístico que se deseja ver concretizado no concelho.
Depois de lançar a ideia e o desafio para a criação de uma Casa de Castelo de Paiva no Porto, para promover e comercializar as especialidades e produtos endógenos locais, o presidente Gonçalo Rocha não deixou de aproveitar, a presença do edil portuense Rui Moreira, para realçar que, a sua presença neste evento, simboliza um marco importante neste percurso de afirmação e de valorização no concelho, no contexto da região, evidenciando com toda a firmeza que, “ estamos juntos na defesa de causas importantes, com é a empresa Águas Douro e Paiva, lutando contra um centralismo cego e obstinado de alguns “ iluminados “, que querem destruir o que é bom e que serve bem as populações traduzindo –se numa tremenda injustiça e um ataque ímpar à nossa região “.


ALCALDESA DE FABERO DEL BIERZO DESLUMBRADA COM DINÂMICA DA INICIATIVA
Dirigindo palavras de apreço e de boas vindas à nova Alcadesa de Fabero del Bierzo, Marie Paz Martinez, o edil paivense destacou que importa evidenciar os 20 anos que passa sobre a geminação que une os povos ibéricos de Castelo de Paiva e Fabero del Bierzo, defendendo que se deve manter vivo o espírito que presidiu ao entendimento que uniu estes territórios, desde Novembro de 1995, sublinhando a importância e o interesse de manter, incentivar e promover a aproximação entre os dois povos ibéricos e ajudar a fortalecer ainda mais, os laços de amizade, cooperação e solidariedade que existem, e que se deve continuar a marcar o sucesso da geminação estabelecida entre ambas as comunidades.
Por outro lado, num âmbito de uma acção reivindicativa conjugada, Gonçalo Rocha realçou na sua intervenção, a urgente necessidade de avançar com as ligações urgentes e fundamentais aos grandes eixos rodoviários, nomeadamente a construção célere do troço do IC 35 entre Castelo de Paiva e Penafiel / A4, bem como o troço em falta, de escassos nove quilómetros, entre Variante à EN 222 entre Póvoa/ Castelo de Paiva e Canedo/ Feira na A32, servindo o Couto Mineiro do Pejão e assumida como ligação estratégica para o litoral.
A jornada de abertura ficou marcada pela intervenção do edil do Porto, Rui Moreira, que agradeceu o convite municipal e o acolhimento caloroso que teve e fez questão de evidenciar que gostou do que viu em Castelo de Paiva, mostrando-se impressionado com a dinâmica que o concelho apresenta no sector da vinha, congratulando-se com o êxito e o palmarés que esta mostra já alcançou, considerando até, que esta é uma excelente festa dos viticultores paivenses, que têm aqui a possibilidade de dar a conhecer um produto genuíno e de grande qualidade que interessa preservar e divulgar cada vez mais, mostrando-se feliz por ver como Castelo de Paiva e sua gente aproveitam esta jornada de homenagem ao vinho, para dar a conhecer as excelentes potencialidades que este concelho do extremo norte aveirense apresenta, sublinhando o esforço enorme dos produtores locais para conseguir vinhos de grande qualidade.
O autarca portuense falou sobre a reforma territorial, destacando que os distritos já não existem e nem sequer há coerência, abordando na sua intervenção o papel da Área Metropolitana do Porto, as diferentes mobilidades e a necessidade de se continuar a lutar pela afirmação politica da Região Norte no contexto nacional, ao mesmo tempo que exaltou o interesse de cada um manter as suas especificidades e respeitar as suas raízes, na conjugação de uma coesão que importa manter.
Considerando ser uma honra representar Fabero del Bierzo neste certame, Marie Paz Martinez não deixou de evidenciar surpresa pela dinâmica organizativa da “ mejor feria de vino verde del mundo “ e mostrou-se agradecida pelo convite, após algumas semanas da sua posse na liderança deste município espanhol, reclamando o interesse de fortalecer, a partir de agora, que se celebra 20 anos de geminação, as relações entre os dois concelhos, inspiradas nos desejos de amizade e cooperação institucional, potenciando tudo aquilo que existe em comum e enriquecendo as duas comunidades com projectos culturais, educativos, e intercâmbios de folclore e de arte, evidenciando os costumes e tradições, o artesanato e o sector mineiro como factores de interesse comum que importa desenvolver em conjunto, numa estratégia de consolidar ainda mais os laços de amizade que unem os dois povos ibéricos.


TRES DIAS DE FESTA PARA DESPERTAR APETITES E SABORES
Foi pois, a oportunidade única de apreciar os vinhos dos produtores da Sub-Região do Paiva, muitos deles já premiados ao nível dos concursos da Comissão Regional de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes – CRVRVV, degustar a saborosa cozinha regional paivense, e ao mesmo tempo, ficar a conhecer a riqueza do trabalho dos artesãos do concelho, sem esquecer um programa lúdico, gizado para garantir uma saudável convivialidade nos três dias do certame, que este ano tem espectáculos musicais com os grupos Maré Alta, Pé de Dança, Seca Adegas, Concertinas Diatónicos, Tuna da Faculdade de Medicina do Porto, Tuna Feminina da UCP, Pião das Nicas e Sinfo Dixie, para além dos animados bailaricos com a participação do Agrupamento Vale do Arda, Amigos da Sexta e Grupo Musical Karisma, entre outras participações.
Depois da sessão solene e da cerimónia de abertura da feira, concretizada a habitual ronda pelas tasquinhas, restaurantes e expositores, para entrega de certeficados, o certame acolheu as primeiras “provas de vinho”e as “jornadas gastronómicas ”, privilegiando-se pratos locais, o fumeiro e as especialidades mais conhecidas da região, a par da doçaria tradicional do concelho, onde o afamado pão-de-ló é uma referência a ter em conta.
Na noite de Sexta-feira, a animação esteve a cargo dos Ranchos Folclóricos de S. Martinho e Senhora das Amoras, para além da actuação do grupo “Postas de Bacalhau ”, da presença das Concertinas Diatónicos, de Tarouca, e da Tuna da Faculdade de Medicina do Porto, registando se o Baile à Moda Antiga com os “Vale do Arda ”, uma actuação do Pião das Nicas, seguindo-se um grande espectáculo musical com o Grupo Maré Alta no palco principal, que serviu para manter os resistentes a dançar pela madrugada fora.
Já no Sábado, o melhor da cozinha tradicional paivense voltou a estar em evidencia à hora do almoço e jantar, com tempo para as provas dos novos vinhos e espumantes da Sub-região de Paiva, merecendo destaque em matéria de animação, a apresentação do Grupo de Gaitas Daninhas e a actuação dos Ranchos Folclóricos de Castelo de Paiva e Grupo de Danças e Cantares do Paraíso, assim como a participação da Tuna Feminina da UCP, do grupo Seca Adegas, para alem do Baile à Moda Antiga com os “ Amigos da Sexta”, terminando a jornada festiva com a apresentação, pela noite dentro, do Conjunto Pé de Dança, para um grande espectáculo musical no principal palco do evento.
No Domingo, ultimo dia da feira, o certame abriu de manha cedo com os Bombos Independentes de Meixomil, e habituais provas de vinhos e as jornadas gastronómicas foram animadas com a presença do Rancho Folclórico de Bairros, assim como o 2º Encontro de Concertinas, para além de uma actuação dos Sinfo Dixie, e o bailarico popular com o Agrupamento Musical Karisma, com Ricardo Ramalho a animar o convívio de encerramento, denominado como baile dos resistentes.
Neste evento, que marcou também a VII Concentração de Caravanas, localizada no Parque da Feira, estiveram presentes 13 produtores de marca e 7 produtores individuais, para além de seis restaurantes ( Malhadoura, Pinhal, ANCRA, Churrasqueira Ideal, Alambique e Flor do Paraíso ) e diversos espaços dedicados ao sector do fumeiro e dos enchidos, bem como à doçaria regional paivense, ao artesanato e a algumas instituições do concelho.
José Manuel Carvalho, vereador responsável pela iniciativa, mostra-se satisfeito pela adesão conseguida, ultrapassando as sete dezenas de expositores e faz questão de realçar a vontade e o empenhamento de todos para o engrandecimento deste evento que, na sua opinião, “ já é uma referência Nacional, atraindo milhares de visitantes, muitos deles do estrangeiro, evidenciando-se o nosso potencial para projectar o município de Castelo de Paiva aos mais diversos níveis ”.
Também Gonçalo Rocha, presidente da autarquia de Castelo de Paiva, destaca que, “ para além de ser um reconhecimento aos agricultores paivenses que se dedicam de “corpo e alma ” ao sector da vinha, esta feira continua a ser uma excelente oportunidade de promoção e de negocio, um momento único para apreciar vinhos de superior qualidade, cada vez mais premiados, bem como divulgar a nossa cozinha regional, a beleza do nosso artesanato, a dinâmica das autarquias e a pujança do nosso associativismo, ao mesmo tempo dar a conhecer as potencialidades turísticas de uma terra que tem o gosto e o hábito de bem receber ”, fazendo questão de realçar a vontade e o empenhamento de todos para o engrandecimento deste evento que, na sua opinião, vai continuar a ser verdadeira “ imagem de marca “ de Castelo de Paiva, capaz de arrastar multidões e promover o município além fronteiras.
No espaço do Largo do Conde, numa zona ampla e acolhedora, o certame orientou para três dias de festa e para o despertar de apetites e sabores, numa jornada de estratégia promocional, ajustada ao prestígio por todos reconhecido, dos excelentes vinhos da Sub-Região de Paiva, neste caso com o complemento das famosas iguarias paivenses, a justificar a vinda de milhares de visitantes a este certame, cada vez mais referenciado no panorama nacional.


CENTENAS DE CARAVANISTAS NO PARQUE DA FEIRA
Também Gonçalo Rocha, presidente da autarquia de Castelo de Paiva, evidenciou o seu contentamento por este certame continuar a crescer e a ser um grande sucesso, destacando que, “ para além de ser um reconhecimento aos agricultores paivenses que se dedicam de “corpo e alma ” ao sector da vinha, esta feira representa uma excelente oportunidade de promoção e de negocio, um momento único para apreciar vinhos de superior qualidade, cada vez mais premiados, bem como divulgar a nossa cozinha regional, a beleza do nosso artesanato, ao mesmo tempo dar a conhecer as potencialidades turísticas de uma terra que tem o gosto e o hábito de bem receber ”,
A parceria assumida com a Associação Comercial e Industrial de Castelo de Paiva na comercialização do “ marchandinsing “ para promover a feira, o controle da qualidade do vinho apresentado pelos produtores, a aposta na animação local e a presença de diversos autarcas e entidades nos três dias do certame, foram argumentos que o vereador responsável pela feira apresentou para justificar o sucesso do evento, ultrapassando todas as expectativas da organização.
Ao nível do artesanato estiveram patentes vários expositores, mostrando o que de melhor sabem fazer com os cobres artísticos, rendas, bordados, tapeçarias, cestaria, rochas ornamentais, construções em xisto, trabalhos em ferro, arranjos decorativos, entre outras actividades tipicamente artesanais.
No espaço do Largo do Conde, numa zona ampla e acolhedora, o convite para três dias de grande festa voltou a orientar para o despertar de apetites e sabores, numa jornada de estratégia promocional, ajustada ao prestígio por todos reconhecido, dos excelentes vinhos da Sub-Região de Paiva, neste caso com o complemento das famosas iguarias paivenses, a justificar a vinda de milhares de visitantes a este certame, cada vez mais referenciado no panorama nacional.

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